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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

As Delicias da Amizade!

Gosto muito de falar sobre meus amigos aqui em meu blog, e principalmente fazer uma Ode à nossa amizade.

Tenho pessoas que fazem parte do meu dia a dia, mesmo estando distantes, distantes pertinho ou muuuuito distantes, saõ pessoas especiais a quem gosto de dedicar meu tempo e meu coração.

Com elas aprendo, ensino, rio, choro e confidencio, me apaixono e desapaixono, mas continuo amando. è a essas pessoa que dedico este post,nao nomearei a todos, somente alguns... mas é dedicado à todos sem distinção.

Má, por seu carinho, sua atenção e seu amor incondicional a esse seu amigo irmão aqui, te amo. Pluto (Boris) pelas aulas de espanhol, ou como você diz, treino, pois segundo vc ja falo muito bem o espanhol, por seu carinho, nossas risadas, me apresentar toda sua coleção de miniaturas de animações, te quiero mucho! Yurijoe, a vida ensina... mesmo vc aprontando por ai! Vou tirar tua carteirinha.... te dedico meu querido! Cadu... perto e longe ao mesmo tempo, és mais que especial! Cléo, que me ensinou tanto em tanto tempo... ahhh vc sabe o que vc significa. Michelly...minha gata garota, linda diva e poderosa, um talento gigante com quem ainda terei a honra de dividir muitos palcos... te amo... tassy, minha eterna Cu... sussega garota...ehehehe...

Estes são so alguns dos amigos que amo... a todos vcs, sem distinção de tamanho amo e guardo no meu coração!!!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nova aquisição!!!!


NOVA AQUISIÇÃO - SÓ PARA QUEM É PRIVILEGIADO!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cada um sabe a cor e malícia de ser o que é!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

DECLARAÇÃO DE AMOR!



LInda música pro " músicas que fazem parte"

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Dias como hoje me matam!

Minha cabecinha taááááá doennnndo!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Imperdível!!!!!!!

Mary e Max

Estreia de Adam Elliot na direção de longas metragens – anteriormente, ele havia dirigido curtas como Harvey Krumpet, vencedor do Oscar 2003 de melhor curta animado – Mary e Max é uma dessas agradáveis surpresas que o cinema nos reserva. Abriu o Festival de Sundance, ganhou o Crystal Bear (prêmio para a nova geração) no Festival de Berlim 2009, entre outros.
Desenvolvido com a técnica do stop-motion e finalizado com a ajuda da computação gráfica, o filme é baseado em fatos reais, sobre a amizade entre uma menina australiana de 8 anos e um novaiorquino de 44. Ela é gordinha, desajeitada, muito curiosa; sua mãe é uma alcoólatra depressiva e seu pai trabalha numa fábrica de pregar cordões nos saquinhos de chá. Ele é um senhor que sofre da Síndrome de Asperger, recluso em sua casa, seus pensamentos lógicos e seu vício em cachorro quente de chocolate (!). Ambos são cheios de pensamentos filosóficos sobre a vida, que só diferenciam-se pela diferença etária. Quem nunca fez as perguntas de Mary quando criança? Quem nunca teve pensamentos de tangência com a teoria de Max, em algum momento da vida?
Inicialmente, é possível pensar que trata-se de uma animação de história engraçadinha e clichê, mas o que se vê é um drama cômico envolto por diversas camadas, que se mostram aos poucos para o público e impressiona pela densidade do roteiro e pelos rumos inesperados que história toma.
A animação tem como principal fonte de humor a complementação imagem-narração. A graça advém da irônica controvérsia entre o que é mostrado e o que é falado.
O filme critica a sociedade-do-pouco-contato em que vivemos, mostrando os vícios e as fobias dos personagens, não só dos protagonistas como também dos coadjuvantes, como a mãe e o vizinho de Mary; a vizinha e os cidadãos que Max observa.
Mary “vê” tudo em tons marrons, enquanto que Max “vê” tudo em preto-e-branco. O que acontece quando as duas visões de mundo se encontram é tristonho, mas profundo e muito bonito. A sensação tida, quem sabe, pode ser a de comer leite condensado na lata, com o seu melhor amigo.
Como disse a escritora Ethel Mumford: “Deus nos dá familiares. Ainda bem que podemos escolher nossos amigos”.
Mary e Max (os personagens e o filme), encantam e emocionam do começo ao fim, assim como a bela trilha sonora instrumental. Uma overdose muito bem vinda de originalidade.
Uma frase, aparentemente simples, dita pelo médico de Max, Dr Hazelhof, resume o filme: “a vida de todo mundo é como uma longa calçada. Algumas são bem pavimentadas, outras (…) têm fendas, cascas de banana e bitucas de cigarro”.
Se for para viver uma história linda e ímpar como a de Mary e Max, eu prefiro que a minha calçada seja bem defeituosa. Só procuraria um pouco de tinta para pintar o meio-fio!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Comer Rezar Amar!